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Brasil amplia cooperação com a China para tornar o comércio exterior mais eficiente

O comércio entre Brasil e China ganhou um novo instrumento de cooperação com a instalação de uma representação permanente da Receita Federal em Pequim. A medida busca aproximar as administrações aduaneiras dos dois países, reduzir entraves operacionais e aumentar a previsibilidade das operações com o principal parceiro comercial brasileiro.

A nova Adidância Tributária e Aduaneira funcionará como um canal técnico entre as autoridades brasileiras e chinesas, apoiando a solução de questões relacionadas a procedimentos aduaneiros, exigências regulatórias e tributárias que impactam diretamente exportadores e importadores.

A criação da unidade acompanha o fortalecimento da relação econômica entre os dois países. Desde 2009, a China é o principal parceiro comercial do Brasil, e o fluxo de comércio bilateral já supera US$ 150 bilhões por ano. A representação também deve ampliar a integração de processos digitais, fortalecer a troca de informações entre as administrações tributárias e aduaneiras e intensificar a cooperação no combate à evasão fiscal, ao contrabando e a outras fraudes que afetam o comércio internacional.

Iniciativas como essa tendem a reduzir incertezas, agilizar processos e contribuir para um ambiente de negócios mais previsível para empresas que atuam entre Brasil e China.

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